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Bilionários: fortunas portuguesas encolhem 8,5% com a crise


Bilionários: fortunas portuguesas encolhem 8,5% com a crise
Os 25 homens mais ricos de Portugal também sentem os efeitos da crise. O estudo anual da revista «Exame» revela que as fortunas deste conjunto de homens se desvalorizaram, no seu conjunto, 8,5%. Ainda assim, os seus patrimónios, que totalizam 17.718 milhões de euros, representam qualquer coisa como 11% do Produto Interno Bruto (PIB).

Américo Amorim continua a liderar a lista dos mais ricos de Portugal, com uma fortuna avaliada em quase 2.006 milhões de euros. O seu património inclui participações accionistas na Galp Energia, na Corticeira Amorim, na Amorim Investimentos e Participações, na Nova Cimangola, no Banco BIC Portugal, no Banco Carregosa, no Banco Popular e no Banco BIC Angola.

Belmiro de Azevedo, que foi durante anos o homem mais rico de Portugal, tem visto o seu património desvalorizar-se devido à queda do mercado de capitais, até se situar nos 1.438 milhões de euros. Além das participações na Sonae SGPS, Sonae Capital e Sonae Indústria, o fundador do império Sonae controla ainda a totalidade da Efanor Investimentos e tem outros investimentos financeiros.

Com um património também acima dos mil milhões de euros, a família Mello completa o pódio. 1.245 milhões é quanto vale a fortuna da família que detém o Grupo José de Mello e que tem ainda participações na José de Mello Saúde, Brisa, EDP, Efacec, CUF e Selecta.

A primeira mulher do ranking (4º lugar) é Maria do Carmo Espírito Santo Silva, viúva de Manuel Ricardo Espírito Santo, com 731,8 milhões de euros. Detém a totalidade da Santogal e participações na Espírito Santo Internacional, Espírito Santo Resources, Espírito Santo Financial Group e BES.

Na lista estão ainda membros da família Bordalo (695,6 milhões), Alexandre Soares dos Santos (665 milhões, entre outras, participação maioritária na Jerónimo Martins), João Pereira Coutinho (646 milhões, Grupo SGC, SAG, Unidas, Zon e BCP), Salvador Caetano, e Joe Berardo, este último com 618,2 milhões de euros, resultantes das suas participações no BCP, Sogrape, Papelaria Fernandes, Zon, Siet Savoy, Bacalhoa Vinhos de Portugal, Sicel, Metalgest, Corgom e Empresa Madeirense de Tabacos, além da sua colecção de arte.

Membros da família Violas e da família Cunha José de Mello também integram a lista, além de Horácio Roque (586 milhões), que controla o Grupo Banif e tem participações na Finpro, Açoriana Seguros e Investaçor, além de vários investimentos imobiliários.

João Macedo Silva (Grupo RAR), Dionísio Pestana (Grupo Pestana, Pousadas de Portugal, etc.), a família Moniz da Maia (Mague, MSF, Axa Seguros, BCP e ESFG), a família Mota (Mota-Engil e posição na Martifer, entre outras) e o comendador Rui Nabeiro (408,7 milhões, Grupo Delta Cafés) também estão na lista.

Álvaro da Costa Leite (Finibanco), Humberto Pedrosa (Barraqueiro), família Rocha dos Santos, família Matos Gil e Manuel Fino (361 milhões, Manuel Fino SGPS, Cimpor, Investifino, Soares da Costa, BCP, Jerónimo Martins, etc.) estão antes dos dois últimos lugares, ocupados por dois membros do clã Champalimaud: Manuel e Luis, com mais de 300 milhões cada um.

Fonte: Agência Financeira



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